Enquanto isso no Brasil

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Só 35 dos 513 deputados foram a todas as sessões no 1º semestre

Dos 513 deputados federais que exercem atualmente o mandato na Câmara dos Deputados, apenas 35 compareceram a 100% das sessões deliberativas no primeiro semestre, de acordo com levantamento feito pelo G1 com base em dados de presença em plenário.

O percentual de 100% de presença vale para o total de sessões em que o deputado estava no exercício do mandato. No caso de suplência, por exemplo – quando um deputado se licencia para assumir um cargo no Executivo – o substituto pode ter contabilizado menos sessões deliberativas em seu mandato do que um deputado que está no cargo desde o começo da legislatura.

Entre os deputados com 100% de presença estão Tiririca (PR-SP) e Romário (PSB-RJ). Logo após assumir o mandato, o deputado e ex-jogador Romário foi flagrado jogando futevôlei em uma praia do Rio no mesmo horário de uma sessão na Câmara. No entanto, a sessão não era deliberativa e a presença não era obrigatória.

Para o professor de ética e filosofia política Roberto Romano, o fato de somente 35 parlamentares terem registrado 100% de presença “indica bastante o interesse da Casa inteira pelos projetos a serem discutidos”.

Veja a lista completa: Globo.com

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Enquanto isso no Brasil: Já pagamos R$ 700 bilhões em impostos em 2011

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Os contribuintes brasileiros já pagaram R$ 700 bilhões em impostos federais, estaduais e municipais, segundo cálculo do “impostômetro” da ACSP (Associação Comercial de São Paulo). O cálculo vale até segunda-feira, por volta das 14h.

Segundo a associação, este ano, a marca foi atingida 25 dias antes do que no ano passado, o que ocorreu em 22 de julho de 2010. Tanto em 2008 quanto em 2009, este valor foi registrado pelo “impostômetro” no dia 3 de setembro.

A previsão é de que até o final deste ano seja arrecadado R$ 1,4 trilhão em tributos.

“Nunca antes neste país tivemos um crescimento tão grande da arrecadação, além de continuarmos em primeiro lugar nas taxas de juros mais altas do mundo”, disse Rogério Amato, presidente da ACSP e da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).

A previsão é de que até o final deste ano seja arrecadado R$ 1,4 trilhão em tributos.

Enquanto isso no Brasil: Visto para Battisti

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Brasil concede visto de permanência a Battisti

O Conselho Nacional de Imigração, vinculado ao Ministério do Trabalho, concedeu nesta quarta-feira, um visto de permanência no Brasil ao ex-militante Cesare Battisti, condenado a prisão perpétua na Itália por quatro assassinatos cometidos na década de 1970.

Aprovado por 14 votos a 2, com uma abstenção, o pedido foi feito pela defesa de Battisti no dia 9 de junho, após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que libertou o italiano depois de mais de quatro anos preso no Brasil, aguardando o desfecho do pedido de extradição feito pelo governo da Itália. A autorização de permanência é um pré-requisito para a concessão do visto definitivo, que neste caso é tarefa do Ministério da Justiça.

O Brasil com tanto problema para resolver fica se preocupando e se desgastando com assuntos de outros países.

Depois da pressão: Placa volta ao Senado

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A assessoria de imprensa da Presidência do Senado divulgou nota à imprensa informando que o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), determinou a volta do painel sobre o impeachment de Fernando Collor à galeria Túnel do Tempo. O corredor de acesso entre o prédio principal do Senado e o Anexo 2 abriga a mostra que conta, em 16 painéis, a história do Senado desde a sua instalação, em 1826, até os dias atuais. O espaço integra o roteiro da visita guiada ao Congresso Nacional.

Será porque que as coisas no Brasil tem que algumas coisas no Brasil so funcionam sob pressão?

Enquanto isso no Brasil

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Senado ‘apaga’ da história o impeachment de Collor

A história, como se sabe, é senhora seletiva.
Só o fato notável sobrevive ao corredor frio da posteridade.

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No Senado, há um ‘Túnel do Tempo’. Cruzam-no os visitantes. Atravessam-no os senadores, no caminho entre os gabinetes e o plenário. As paredes do tal túnel são ornadas com painéis que retratam episódios marcantes da vida republicana. Pois bem. Sob a presidência de José Sarney, o Senado decidiu reescrever um pedaço da história. Arrancou das paredes os painéis que retratavam o impeachment de Fernando Collor. Por quê? Ouça-se Sarney:

“…Talvez esse episódio seja apenas um acidente que não devia ter acontecido na história do Brasil…”

“…Mas não é tão marcante como foram os fatos que aqui estão contados, que foram os que construíram a história e não os que, de certo modo, não deviam ter acontecido”.

Ou seja, do ponto de vista de Sarney, 1992, o ano em que o Senado aprovou o impeachment, deve ser passado na borracha porque não deveria ter acontecido. Hoje senador, Collor não merece enxergar as imagens de “um acidente” fortuito penduradas no túnel que é compelido a cruzar.Em parte, Sarney tem razão. A história está repleta de fatos que não deveriam ter acontecido. Sua tetrapresidência no Senado é um deles. O diabo é que, ao tentar esconder o inescondível, Sarney rende-se à política do avestruz. Enfia a cabeça do Senado no inacietável.

Cabe a pergunta: os demais senadores vão permitir? Por ora, não se ouviu palavra.
Veja mais aqui, aqui e aqui.

Enquanto isso no Br: Dilma fala sobre o bullying

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Quem já esta aqui sabe, quando você muda pra outro pais aos poucos vai perdendo contato com o Brasil, claro que sempre visitamos sites e informações sobre nossa cidade e o país mais é natural um rompimento. Não sei se todos(as) sabem mas recentemente a nossa querida presidente se pronunciou sobre o bullying. Veja e comente: