Arquivo do mês: junho 2012

Bavaria City Racing Dublin

Eu já esperava que esse evento fosse muito bom mais não sabia que seria uma experiência tão legal. Quando se mistura as palavras carros e emoção o resultado não pode ser outro: uma experiência sem igual para os amantes de corridas, carros, manobras e tudo que gira em torno do universo automobilístico.

Nem mesmo a chuvinha e o frio que caiu sobre Dublin no domingo assustou os 110 mil fãs (números do metro herald) que encheram as ruas da região central. O evento era apenas uma demostração mais foi como se todos estivessem dentro de uma pista de F1 porque a emoção, sons, sensações foram as mesmas. Num primeiro momento carros de outras categorias passaram pelas ruas até que Jenson Button e sua Mclaren saíram da região da concentração que ficou perto do centro de convenções e deu 2 voltas completos no circuito. De longe, de muito longe dava pra escutar o motor desse incrível carro. O barulho gerava um misto de suspense e estranheza já que parecia um monstro se debatendo no final da rua. Depois da Mclaren o evento seguir com outros carros de apresentação da monster, carros de Rally, drift e outras equipes da GP2.

Me senti uma criança olhando para seu brinquedinho porque é uma sensação incrível, o som do motor é algo que vai dentro do coração, não tem como não se empolgar e ficar espantado com tudo que aconteceu, foi mesmo sensacional.

Achei esses vídeos bem legais no youtube pra mostrar pra vocês…..







Coisas que só acontecem num intercâmbio, ainda bem que estávamos aqui rsrsrsrsr.

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Da Irlanda pro mundo #2 – O Trator

Henry George “Harry” Ferguson (04 novembro de 1884 – 25 de Outubro 1960) foi um irlandês engenheiro e inventor que é conhecido por seu papel no desenvolvimento do moderno trator agrícola , por tornar-se o primeiro Irlandês a construir e pilotar seu próprio avião, e por desenvolver o primeiro carro com tração nas quatro rodas de Fórmula 1, o Ferguson P99 . Hoje, seu nome vive em nome da empresa Massey Ferguson.

Ferguson nasceu em Growell, perto Dromore, Condado de Down , filho de de uma família  de  fazendeiros. Em 1902 Ferguson começou a trabalhar com seu irmão Joe em sua bicicleta e um carro de uma empresa de reparação. Enquanto trabalhava como mecânico, ele desenvolveu um interesse especial pela aviação.

Em 1909 Ferguson foi a primeira pessoa a voar na Irlanda, quando ele decolou em 31 de Dezembro em um monoplano ele projetou e construiu a si mesmo.

Após briga com seu irmão sobre a segurança e o futuro da aviação Ferguson decidiu seguir sozinho e em 1911 fundou uma empresa a Maxwell , Star e Vauxhall. Ferguson viu em primeira mão a fraqueza de ter trator e do arado como unidades articuladas, e em 1917 ele inventou um arado que poderia ser rigidamente conectado a um Ford Modelo T carro – a Eros, que se tornou um sucesso limitado, competindo com o modelo F Fordson.

Fonte: Wikipedia

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Da Irlanda pro mundo #1 – Conde Drácula

O Conde Drácula é o primeiro topico que vamos falar aqui no blog nessa nova série onde vou compartilhar com vocês dezenas de histórias, mitos e fatos historicos criados na Irlanda ou que tiveram ligação direto com a queria ilha verde.

A primeira obra que se tem conhecimento onde um autor citou o nome Conde Drácula é o livro Drácula de 1897 do autor Irlandês  Bram Stoke. O personagem é o mais famoso vampiro da ficção, e é, segundo o Guiness Book, o monstro fictício com maior número de aparições na mídia, diretas ou indiretas.

Inspiração:

O Conde Drácula do livro de Bram Stoker pode ter sido inspirado no voivode (príncipe) Vlad Tepes, que nasceu em 1431 e governou o território que corresponde à atual Romênia. Nessa época, a Romênia estava dividida entre o mundo cristão e o mundomuçulmano, (Turquia). Vlad III ficou conhecido pela perversidade com que tratava seus inimigos. Embora não fosse um vampiro, sua crueldade alimentava o imaginário de modo que logo passou para o conhecimento popular como um vampiro.

O pai de Vlad III, Vlad II, era membro de uma sociedade cristã romana (de Roma) chamada Ordem do Dragão, criada por nobres da região para defender o território da invasão dos turcos otomanos. Por isso Vlad II era chamado de Dracul (dragão), e, por conseqüência, seu filho passou a ser chamadoDraculea (filho do dragão) – a terminação “ea” significa filho. A palavra “dracul”, entretanto, possuía um segundo significado (“diabo”) que foi aplicado aos membros da famíliaDraculea por seus inimigos e possivelmente também por camponeses supersticiosos.

Vlad III era conhecido por sua pervesidade e crueldade. Certa vez, dois súditos se esqueceram de tirar o chapéu para reverenciar sua chegada e, por causa disso, Vlad mandou pregar o chapéu em suas cabeças.

Também dizem as lendas que um dia Vlad viu um aldeão com a camisa toda suja e lhe perguntou se sua esposa era saudável. O aldeão respondeu que sim e sua mulher teve ambas as mãos decepadas; e Vlad arrumou outra esposa para o aldeão e a mostrou o que acontecera com a antiga para que servisse de exemplo. Vlad tinha prazer em comer em frente de suas vítimas com os corpos empalados ouvindo seus gritos de agonia.

Muitos desses feitos levam a crer que Vlad III é a principal inspiração para o personagem, a crença que o conde Drácula é morto vivo veio de um fato que em uma de suas muitas batalhas ele levou um forte golpe na cabeça, que o deixou em coma, depois de ver o seu líder cair seus homens bateram em retirada levando consigo seu corpo e antes da fuga ser realizada, Vlad III acorda do coma como se nada tivesse acontecido e logo depois de recobrar os sentidos retornou a batalha levando seu exercito a vitória e a uma de suas mais sangrentas batalhas, criando assim a crença que ele havia retornado dos mortos como um morto vivo.

Fonte: Wikipédia

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A prova de tudo na Irlanda

Eu adorava ver esse programa no Brasil e quando descobri esses videos no youtube parei tudo que estava fazendo para ver Bear Grylls desvendar e “sobreviver” na ilha verde …

Enjoy Ireland.






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Técnica Jedi para esconder as malas

Independente se o seu quarto no intercâmbio é grande ou pequeno você sempre vai ter um problema ou incomodo. Tentar colocar as malas num canto que não ocupe espaço e não fique enchendo o saco no caminho. Se vocês vierem em casal dai ferrou porque serão no mínimo 3 malas grandes pelo caminho.

No nosso primeiro ano estávamos num quarto bem pequeno e as malas ficavam no lado da cama atrapalhando um pouco na hora de sair. No inicio desse segundo ano em Dublin mudamos para um quarto bem maior só que lá estava as malas pelo caminho novamente. Como não temos o famoso quartinho da bagunça no apartamento o jeito seria colocar em cima do quarda roupas, o que não foi possível porque ele é muito alto ou num canto do quarto onde certamente ocuparia espaço. Quando fomos virar a cama logo no primeiro dia me lembrei de quando trabalhava numa loja e sempre via o pessoal montando esse tipo de cama box. Elas são totalmente abertas por baixo então lá fui eu inventar um quarda malas.

Pelo que já vi nas casas a maioria das camas é assim então o processo é bem simples. Primeiro você deve tirar o colchão e com uma faca ou chave de fenda tirar os grampos que prendem esse plástico na parte de baixo. Depois coloque as malas ou qualquer tralha, puxe o plástico e deite a cama de novo. Prontinho, desapareceu todas as coisas que ficam pelo caminho.

Prenda o plástico com uma fita porque possivelmente você vai precisar pegar alguma coisa na mala em algum momento e ai precisará abrir tudo de novo. Depois quando for sair da casa basta passar prender esse plástico cola uma fita adesiva e deixa tudo novinho em folha.

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